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Quinta-feira ,18 Abril, 2019
Economia

Fravizel assinala 30 anos de vida na presença dos seus parceiros mais emblemáticos

Cerca de 1200 convidados – portugueses, brasileiros, espanhóis, angolanos e franceses – são esperados no próximo sábado dia 7 de junho nas instalações da Fravizel Metalomecânica, S.A, situada no Pé da Pedreira, freguesia de Alcanede. A administração da empresa liderada por Eliseu Frazão pretende deste modo assinalar os 30 de existência, agradecendo aos seus parceiros, todo o apoio dado “neste longo percurso a marcar a diferença no panorama da inovação”.

A abertura oficial do evento está marcada para as 10h, com a intervenção do presidente da Câmara Municipal de Santarém, Ricardo Gonçalves. O programa prossegue com uma demonstração de equipamentos e almoço pelas 13 horas. Durante a tarde prevê-se uma visita ao museu, seguido de um convívio.

A Fravizel Metalomecânica, formada em 1998 é atualmente a expressão de um trabalho iniciado na década de 80 pela AF – Auto Frazão, Lda, estrutura que começou com uma oficina de serviços de assistência e reparações dirigidos essencialmente às indústrias extrativas e transformadoras de rocha existentes nos distritos de Leiria e Santarém.

Fravizel 01Conquistado o mercado nacional, a marca Fravizel, procurou iniciar um processo de expansão para mercados internacionais onde pontificam relações comerciais com países considerados estratégicos para a evolução do negócio como são os casos do Brasil, Espanha, França e mais recentemente Angola. Em declarações recentes à revista – Maquinaria Máquinas e Equipamentos – o administrador da Fravizel, considerou estes mercados como basilares numa “estratégia de globalização gradual e equilibrada”.

Uma orientação que tem permitido escoar uma percentagem considerável da produção para mercados externos,” sensivelmente metade da nossa produção anual já é exportada e isso compreende vários acessórios e máquinas inovadores para áreas de atividade tão diversas como a extração e transformação de rocha natural, operações mineiras, construção, dragagens ou explorações florestais”, reconhece Eliseu Frazão.

No sentido de reforçar a competitividade externa da metalomecânica nacional, o empresário acredita que esse devia ser um desígnio fundamental, “criando flexibilidade em relação às necessidades do mercado e estando atentos à sua evolução – a novas exigências”. Como aspetos essenciais, Eliseu Frazão destaca o investimento na formação de quadros especializados, e na “ inovação e no fortalecimento da capacidade produtiva”.

Fravizel 02O empresário admite a existência de algumas desvantagens concorrenciais em relação a outros países, como por exemplo, a notoriedade das marcas Italianas no caso do sector da transformação de rocha natural, mas há outros constrangimentos: “ menor capacidade produtiva face a outros países industrializados – em qualidade competimos –, estratégias de negócio por concorrência direta baseada na cópia”.

As dificuldades em termos de competitividade estendem-se à “burocracia na execução de patentes e, infelizmente, inúmeras limitações absurdas à expansão de negócios: processos de licenciamento morosos e complexos que liquidam logo à partida muitas iniciativas dinamizadoras por parte dos empresários”, lamenta.

 


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