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Quarta-feira ,19 Janeiro, 2022
Sociedade

Família de defunto revoltada em Vale da Trave

Foto: João Nuno Pepino (CM)

O jornal Correio da Manhã (CM) dá conta esta 4ª feira, de uma eventual revolta da família de Joaquim Carpinteiro, natural e residente em Vale da Trave – Alcanede e falecido a 24 de Dezembro de 2010.Em causa estará, segundo o jornal, a sepultura que terá ficado por tapar durante 11 dias. Em declarações ao CM, a filha do falecido, Ema Paula Carpinteiro, disse que o caixão “esteve 11 dias coberto apenas com dois palmos de terra, que se transformou em lama barrenta por causa do mau tempo”. Joaquim Carpinteiro, de 75 anos, foi a enterrar no dia de Natal, para o Cemitério de Vale da Trave. “Como chovia, até compreendemos que o coveiro não tenha acabado o serviço nessa tarde”, explicou Ema Carpinteiro. Dias mais tarde “uma pessoa amiga telefonou à minha mãe a dizer que a sepultura continuava por tapar e que as flores estavam espalhadas pelo cemitério. Viemos cá ver no dia de Ano Novo e nem queríamos acreditar”.

Segundo o jornal nacional, Ema Carpinteiro pediu satisfações ao presidente da Junta de Freguesia de Alcanede e queixa-se de ainda ter sido tratada com indiferença.

O diário diz ainda que, Manuel Vieira, presidente da junta, negou que a sepultura tenha ficado por tapar. “A campa abateu dois, três palmos por causa da chuva”, explicou, lamentando o facto de a família “ser pouco compreensiva”. Sobre as férias do coveiro, o autarca disse que o funcionário nem sequer gozou os dias todos por causa do número de funerais que teve de realizar.

Fonte: Correio da Manhã
Foto: João Nuno Pepino

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/portugal/campa-aberta-durante-11-dias

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